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Empreendedorismo Feminino X Maternidade: Como conciliar e ser feliz? com Andrea Jacoto

  • abril 14, 2026
  • Sem Comentários

No dia 19 de novembro é comemorado o Dia do Empreendedorismo Feminino, data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Atualmente no Brasil, segundo o Sebrae, 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, em comparação a 28 milhões de homens. 

Para celebrar esse dia tão significativo, a nossa Diretora, Adriana Matos, fez uma entrevista com o tema: Empreendedorismo Feminino X Maternidade: Como conciliar e ser feliz? 

A convidada foi a nossa super parceira e empreendedora Andrea Jacoto, graduada em Publicidade e Propaganda, MBA em Gestão empresarial, mãe de 4 filhos e autora do livro – Mãe de proveta, para comentar a respeito dos principais desafios de ser mãe e empreender. Confira como foi o bate-papo:

1. Em que fase você estava na sua carreira quando decidiu ser mãe?

Minhas prioridades sempre foram carreira e educação, e adiei a maternidade por muito tempo. Já estava casada, com mais de 34 anos, tinha concluído pós-graduação e estava em plena ascensão na carreira quando o reloginho biológico soou e a vontade de ser mãe ficou incontrolável.

Achei que ia ser fácil… porém, me deparei com a realidade da infertilidade e isso afetou toda minha vida pessoal e profissional. Na vida pessoal passei a lutar por este sonho, a investir em tratamentos, a esconder da família e dos amigos nossa situação. Na vida profissional, estanquei minhas possibilidades a princípio, me deparava com muitas negativas de empregos melhores pelo fato de estar em “idade para engravidar”, mas consegui mesmo assim ultrapassar barreiras e conquistar novas posições.

2. Você teve algum tipo de receio em relação a sua vida profissional durante o processo de tentativa de gravidez e a própria gravidez?

Felizmente eu estive em ambientes profissionais que me foram favoráveis. Jamais escondi dos meus superiores o desejo de engravidar e todos acompanharam minha luta, sendo bastante compreensivos e solidários nos momentos mais difíceis. Quando finalmente consegui a tão sonhada gestação, já estava com 40 anos, no auge da minha carreira e com muitos planos, e por se tratar de uma gravidez de risco, precisei reduzir o ritmo de trabalho, isso incomodou um pouco o mundo corporativo, mas minha maior preocupação nunca foi o durante, mas sim, depois do nascimento do bebê.

Não há como negar uma realidade no brasil: nem todas as empresas estão prontas para receber após o período de licença maternidade uma nova profissional. Sim, uma nova, pois para a mulher a maternidade é um novo mundo e temos que encarar desafios e compromissos que antes não existiam. Não dá mais para trabalhar até tarde, evitamos viagens longas, precisamos nos ausentar para levar os filhos ao pediatra, a possibilidade de ausência por doenças passa a existir e por isso muitas empresas acabam substituindo estas profissionais ou muitas delas decidem sair do emprego por conta própria.

No meu caso tive um agravante: precisei me afastar do trabalho com 5 meses de gestação e ficar internada em um hospital por 2 meses, minha filha nasceu prematura e ainda havia meses de licença e férias acumuladas, por isso acabei não retornando para a empresa.

3. Quanto tempo após a primeira filha vieram os trigêmeos? Como aconteceu?

Nós queríamos dar um irmão para ela e pela minha idade e a vontade de voltar ao mercado de trabalho, decidimos por um novo tratamento quando ela completou 1 ano.

Para me preparar, decidi enfrentar mais uma especialização e voltei a estudar. Desde que estava internada no hospital, comecei a esboçar meu livro, juntei a maternidade, a especialização em mídias sociais, o livro que escrevia e tive a idéia de criar o blog para falar de infertilidade e maternidade.

Quando engravidei, minha filha estava com 1 ano e 5 meses e pensei comigo: “assim que o bebê tiver uns 4 meses, coloco os dois na escolinha e retomo minha vida profissional”. Aí descobrimos que eram trigêmeos… todos os planos foram por água abaixo!

4. Quais as principais dúvidas entre: voltar ao trabalho, dar um tempo na carreira ou virar mãe em tempo integral?

São muitas dúvidas e nem tudo depende só da gente… eu mesma, queria ter filhos e voltar imediatamente após a licença maternidade. no meu plano perfeito seriam 9 meses de gestação trabalhando, 4 meses de licença e uma volta triunfante, pronta para qualquer desafio profissional. mas a vida não é exata.

Você fica questionando: “voltar ao trabalho e deixar um bebê aos cuidados de quem? babá, creche, avó? e se preciso viajar por um longo período? e se preciso participar de um evento à noite ou em um final de semana? será que serei demitida?”

“Largar a carreira e se dedicar a maternidade? como fica a situação financeira da família? posso abrir mão da minha carreira por 1 ou 2 anos, conseguirei me recolocar facilmente? Como fica minha auto-estima?”

5. Como foi esse desafio de voltar ao trabalho depois de dar à luz a trigêmeos e ter 4 crianças pequenas em casa para cuidar?

Tente se imaginar com um bebê de 2 aninhos e 3 recém-nascidos. Éramos eu e o meu marido na maior parte do tempo não tinha uma equipe, eram sempre 4 bebês e 2 adultos tentando dar conta de tudo!

Toda experiência profissional, todo estudo, toda minha capacitação serviram para montar uma rotina em casa que transformou nosso dia-a-dia numa linha de produção: processos bem desenhados, tarefas definidas, planilhas de controle. Usei minhas habilidades para gestão de empresas, na gestão do nosso caos. E só quem tem filhos consegue dimensionar tudo que envolvia este meu empreendimento!

Ao mesmo tempo, eu precisava manter minha veia profissional pulsando. O lançamento do livro, o blog sendo diariamente curtido, minhas participações em entrevistas, programas de televisão e rádio, responder mensagens diárias para outras mulheres com dilemas próximos aos meus. A maternidade se tornou minha profissão: me tornei uma coach materna.

Com o passar dos anos e a medida que as crianças cresciam e iam para a escola, ganhei tempo e passei a me dedicar ao meu retorno ao trabalho. Eu sentia muita falta do ambiente corporativo, das reuniões, de falar de negócios, das minhas planilhas, dos meus processos.

Foi quando tive a oportunidade de me tornar uma empreendedora, abrindo uma franquia da omie, uma plataforma de gestão com sistema erp, educação corporativa e serviços financeiros. Tive receio a princípio mas tive o apoio e incentivo do meu marido em mais esta jornada!

6. Como é para você conciliar as funções de empreendedora e mãe?

Em primeiro lugar eu precisei encontrar uma oportunidade profissional que me trouxesse flexibilidade. O planejamento de atividades e horários também é fundamental, tudo na minha casa tem hora, ou pelo menos tinha um pouco mais antes da pandemia.

Mesmo na realidade de home office, eu mantenho algumas rotinas na família: temos horários para refeições para poder cumprir com as agendas de compromissos, temos regras em relação a entretenimento das crianças para que não mergulhem no mundo dos celulares e tablets. 

Eu e meu marido temos nossas agendas de compromissos sincronizadas e nossos espaços de trabalho. Ele assumiu a organização das aulas online das crianças e eu me dedico a gestão da empresa e reuniões neste tempo. Coloco alguns limites quanto ao trabalho pois sou meio workaholic, reservo o tempo para a empresa e o tempo para a família.

Somos um time por aqui, envolvo todos em tarefas da casa para mantermos a ordem na medida do possível. Tenho momentos em que me culpo, me questiono, aquelas pequenas invasões dos pequenos nas reuniões de trabalho buscando um abraço… mas respiro fundo e sigo adiante pensando que faço tudo isso pela nossa felicidade! A minha de construir, realizar, prosperar e a da minha família por lhes proporcionar um ambiente seguro, estudo e valores.

7. Quais as principais dicas que você dá para as empreendedoras em geral?

Em primeiro lugar tenha coragem de tentar. Mesmo que pareça impossível, tente!

Não coloque sua carreira a frente de seus desejos, o tempo para nós mulheres é um inimigo cruel. Ter filhos após os 35 anos e conciliar carreira gasta muito mais energia, esteja preparada para isso. Planeje muito bem sua rotina. Não queira ser perfeita em 100% do que você faz… vai acabar se frustrando sempre!

Ensine seus filhos a ter autonomia, a valorizar os momentos em que estão juntos e estejam juntos!! Assim como na vida profissional, faça parcerias na vida pessoal. precisamos das pessoas!

Pratique o bom humor, faça a terapia do riso… mesmo nos piores momentos dar uma risada gostosa alivia a tensão, libera a alma e nos faz pensar melhor.

Conclusão

O relato de Andrea Jacoto é um exemplo vívido de como o empreendedorismo feminino surge, muitas vezes, da necessidade de flexibilidade que o mercado corporativo tradicional falha em oferecer às mães. Andrea enfrentou desafios severos: tratamentos de infertilidade, uma gestação de risco aos 40 anos e a chegada inesperada de trigêmeos quando já tinha uma bebê de um ano. Sua trajetória demonstra que as competências de gestão como desenho de processos e uso de planilhas são aplicáveis tanto na organização de uma casa com quatro crianças quanto no sucesso de uma franquia de tecnologia.

Para ela, empreender foi a solução para não precisar escolher entre a carreira e a criação dos filhos. O sucesso nessa jornada depende de parcerias sólidas, autonomia dos filhos e o abandono da busca pela perfeição. Andrea reforça que o empreendedorismo permite à mulher construir, realizar e prosperar, mantendo o controle sobre seu tempo e seus valores familiares.

Próximos passos para aplicar esses aprendizados:

  • Construa sua rede: Não tente fazer tudo sozinha; parcerias na vida pessoal e profissional são o que sustenta o crescimento a longo prazo.
  • Audite sua rotina: Identifique quais tarefas domésticas ou profissionais podem ser delegadas ou automatizadas.
  • Busque flexibilidade: Se o modelo tradicional é um gargalo, avalie modelos de negócios que ofereçam suporte e autonomia.

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